
A fotografia é o exemplo mais acabado de subjectividade!
Cada um de nós vê uma coisa diferente numa mesma fotografia.
Para uns, fotografar é meramente um processo pelo qual se arquivam recordações de algo, ou de alguém querido, de um momento de felicidade, de deslumbre ou mesmo de tragédia.
Para outros (nos quais me incluo) é um processo construtivo.
É tentativa de criar algo que está para lá da própria evidência.
Como processo criativo é sem dúvida um processo artístico. Mas onde começa a arte e acaba a banalidade ? Qual a frágil barreira entre as duas ?
É que se a fotografia, como arte, procura apenas reproduzir uma imitação da realidade, nada nos diz porque se converte numa arte anémica, que não comunica e apenas vive por e para si mesma.
Cada um de nós vê uma coisa diferente numa mesma fotografia.
Para uns, fotografar é meramente um processo pelo qual se arquivam recordações de algo, ou de alguém querido, de um momento de felicidade, de deslumbre ou mesmo de tragédia.
Para outros (nos quais me incluo) é um processo construtivo.
É tentativa de criar algo que está para lá da própria evidência.
Como processo criativo é sem dúvida um processo artístico. Mas onde começa a arte e acaba a banalidade ? Qual a frágil barreira entre as duas ?
É que se a fotografia, como arte, procura apenas reproduzir uma imitação da realidade, nada nos diz porque se converte numa arte anémica, que não comunica e apenas vive por e para si mesma.
Por outro lado, se se radica exclusivamente num diálogo contemporâneo, pouco nos dirá também e apenas nos provocará talvez algumas emoções imediatas.
O equilíbrio, débil, deve estar algures aí... talvez nos olhos de quem sabe ver para lá do óbvio.
Por isso é tão dificil de encontrar.
O equilíbrio, débil, deve estar algures aí... talvez nos olhos de quem sabe ver para lá do óbvio.
Por isso é tão dificil de encontrar.
Paz e Bem!

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